O Dilema do Garçon
Um CIO com quem tenho o orgulho de ter trabalhado tinha o costume de realizar periodicamente um evento no qual os executivos de outras áreas transmitiam às equipes de TI suas impressões sobre como o trabalho em tecnologia vinha sendo realizado.
Em um destes debates, um executivo da área de produtos disse que a área de TI deveria deixar de ser garçom. Ou seja, estas equipes deveriam deixar de somente entregar pacotes e contribuir com seu conhecimento técnico na elaboração das soluções, integrando assim no desenvolvimento do negócio.
Após este dia passamos a combater o “garçonismo” e durante o resto do tempo que passei nesta empresa aprendi muito sobre estratégias de negócio e ensinei muito às equipes de negócio sobre segurança da informação.
Nem todos os que atuaram neste processo deixaram de se tornar garçons e nem a área de TI desta empresa eliminou totalmente o “garçonismo”, mas o que entendo como bom neste caso foi o fato de este tipo de comportamento ter sido identificado e combatido, o que ainda não é realidade no mercado.
Em matéria do IT Web foram divulgadas as 10 prioridades de executivos de negócios e de TI para 2008 (lista aqui). Em minha opinião, os dados coletados em pesquisa do Gartner denunciam que existem discrepâncias entre as aspirações de um grupo e de outro e, embora algumas prioridades de TI encontrem relação em itens da lista de negócios a aderência das prioridades ainda é baixa. Será uma evidência do “garçonismo”?
Em um destes debates, um executivo da área de produtos disse que a área de TI deveria deixar de ser garçom. Ou seja, estas equipes deveriam deixar de somente entregar pacotes e contribuir com seu conhecimento técnico na elaboração das soluções, integrando assim no desenvolvimento do negócio.
Após este dia passamos a combater o “garçonismo” e durante o resto do tempo que passei nesta empresa aprendi muito sobre estratégias de negócio e ensinei muito às equipes de negócio sobre segurança da informação.
Nem todos os que atuaram neste processo deixaram de se tornar garçons e nem a área de TI desta empresa eliminou totalmente o “garçonismo”, mas o que entendo como bom neste caso foi o fato de este tipo de comportamento ter sido identificado e combatido, o que ainda não é realidade no mercado.
Em matéria do IT Web foram divulgadas as 10 prioridades de executivos de negócios e de TI para 2008 (lista aqui). Em minha opinião, os dados coletados em pesquisa do Gartner denunciam que existem discrepâncias entre as aspirações de um grupo e de outro e, embora algumas prioridades de TI encontrem relação em itens da lista de negócios a aderência das prioridades ainda é baixa. Será uma evidência do “garçonismo”?
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